Café do Poeta
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Textos


O Barba Azul
Alexandre ď Oliveira
 
Quem não tem na família uma boa historia para contar que deixe aquele que esteja ao lado se aproximar e conte o seu causo pelo menos uma vez.
     Foi quando entusiasmado pelo companheiros, eu me adiantei um pouco e narrei , sobretudo, . O que eu sabia quando em alto mar. Pois tem louco que muito se aventura em busca de melhor posição. O sujeito , de vasta ignorância fez coisas que nem todos os Santos acreditam. Ele se pós num mastro a meia nau e começou a gritar ; em brados tão instigante, que invés de sorrir eu comecei a chorar.
     Eu comecei a ver coisas que ainda não tinha visto. Vi enormes cobras que saiam do fundo do mar como se estas fossem imaginadas por mim naquele momento. Eu vi outras quimeras saindo do fundo mar, eu vi cada fera que neste mesmo eu comecei a atirar, e era tanto tiro que imaginei nunca mais acabar quando num lance tudo teve seu fim. O navio do pirata barba azul que neste momento encalhara numa pedra submergiu, e começou a navegar e a sua onda ficou acima do nível querendo me pegar.

     Nem Simba neste momento teria tanto prazer desta contar assim tal qual eu registrei naquele momento, até que de súbito o mar acalmou, aquela fúria passou, e para dar ênfase a este final, eu juro que ouvi cânticos, e nisto mais tranquilo eu pensei em você.  
 
 
Alexandre Poeta
Enviado por Alexandre Poeta em 16/10/2017
Alterado em 16/10/2017
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