Café do Poeta
Seu Perfume Inebria o Leitor
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Textos


LUZES DA RIBALTA
Alexandre ď Oliveira
 
Eu tenho estudado várias matérias, já paguei diversas cadeiras, e continuo sem ter noção de quando parar. Talvez só irei parar quando já não tiver mais forças de lutar para ser reconhecido, ou melhor quando aqueles que me rodeiam vejam que minha luta para ser o que quero só agora é que começa a despontar.
Eu tenho que fazer como fez Thomas Edison que diz não errou seis mil vezes, mas aprendeu seis mil maneiras de como fabricar os filamentos da lâmpada. Pois cada tentativa, este falhava, ele decerto ficava triste por isto ou aquilo. Mas não desistia. O processo que passo talvez possa comparar com este momento de Edison.
Eu persisto, eu invisto, eu conheço mais e mais. Não me tranquilizarei enquanto eu não constituir meu espaço. Minha geração e está , e sendo sei que posso contar com tudo que favoreça para realizar meu sonho de ser notável escritor já que eu amo o que passo parra você leitor.
Mesmo que faça meu teatro à parte e deixe ás máscaras cair. Creio que um dia eu terei minha noite de verão então verei que as luzes da ribalta se voltaram todas para mim.

 
João Pessoa 21 10 2017
 
Alexandre Poeta
Enviado por Alexandre Poeta em 22/10/2017
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